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A Taça Perdida

  • RP História UNEB
  • 16 de jul. de 2021
  • 2 min de leitura

Há 91 anos a primeira Copa do Mundo estava sendo disputada em solo uruguaio e quem ganhasse essa competição ganharia como prêmio a taça Jules Rimet. A representação das sucessivas vitórias na competição fora idealizada pelo cara que a batizou e tinha nada mais nada menos que 4 quilos de peso total! Ficou assustadx? Então te digo mais, dos quatro quilos cerca de 3,800 era formado por OURO MACIÇO.



Ganhar a copa não significava poder levar a taça para casa, até porque a bichinha era bem cara né? Mas a FIFA não pretendia também ser dona 100% dela, por isso definiu que aquela seleção que ganhasse três mundiais poderia, enfim, ser a dona da taça. Se você não sabe quem trouxe a Jules Rimet para casa eu vou te contar: foi a seleção brasileira, em 1970, comandada por Zagallo e grandes nomes como Pelé como titular. Essa vitória fora uma propaganda e tanto para o regime ditatorial que rolava no país na época, mas isso é papo para outro momento.



Tudo lindo e maravilhoso né? Se fosse simples assim eu não contaria essa história aqui para vocês. Nem mesmo a Ditadura Civil Militar foi capaz de amedrontar um grupo de amigos que decidiram que iriam pôr as mãos na taça sem ser jogador de futebol. E então em dezembro de 1983 a taça toda feita em ouro que era guardada na sala de troféus da CBF, atrás de um portão de ferro e de vidros a provas de balas foi levada embora e sumiu misteriosamente.




Três pessoas foram presas pelo crime, inclusive um argentino que dizem que foi o responsável por comprar e derreter a taça Jules Rimet, que provavelmente fora despachada em forma de barras de ouro para fora do país.

O enredo dessa história é tão surpreendente que virou motivo de piada, mistério e em 2015 um filme de cunho humorístico brasileiro tendo estrelas globais como Tais Araújo no seu elenco.



 
 
 

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"Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão."

Paulo Freire

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