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A retomada das atividades da Residência (PARTE 1)

  • RP História UNEB
  • 4 de mar. de 2021
  • 3 min de leitura



Oi, pessoal! Diante desse período de incertezas gerado pela pandemia de Covid 19, nós, da Residência Pedagógica, acabamos dividindo em grupos para a elaboração de Oficinas Temáticas para o alunado. Nesse post, mostraremos um pequeno resumo de alguns conteúdos que serão trabalhados!

Pandemia, Saúde e História


Fotografia extraída do site: https://www.freepik.com/premium-vector/coronavirus-pandemic-novel-coronavirus-2019-ncov-people-white-medical-face-mask-concept-coronavirus-quarantine-illustration-seamless-pattern_7421133.htm Grupo: Gabriela Cordeiro, Karina Cerqueira, Marcos Nascimento e Tayse Barros.


Diante do contexto e impacto da COVID-19 vivenciado ao longo do ano de 2020, a oficina tem como justificativa conscientizar, mesmo após a aprovação de vacinas e início do calendário de vacinação, através de outros exemplos históricos sobre a necessidade de “Interpretar as condições de saúde da comunidade, cidade ou estado, com base na análise e comparação de indicadores de saúde (como taxa de mortalidade infantil, cobertura de saneamento básico e incidência de doenças de veiculação hídrica, atmosférica entre outras) e dos resultados de políticas públicas destinadas à saúde, a partir do código EF07CI09 proposto na BNCC. Essa temática será trabalha no Colégio Estadual Luís Eduardo Magalhães. Educação voltada à diversidade de gênero e étnico-racial.




Grupo: Judith Melo, Marcelo Paixão, Vilson Francisco, Yasmin Gomes.

Nos últimos anos vimos uma curva ascendente nas manifestações preconceituosas e discursos de ódio que se fortalecem na ignorância alheia e, como a educação é a arma mais eficiente contra a ignorância, a nossa oficina vem com esse intuito. A oficina que será realizada no Colégio Estadual Luís Eduardo Magalhães tem como objetivo proporcionar aos alunos um debate a respeito do real papel da escola na formação de cidadãos integrais e integrados, livres, criativos, críticos, autônomos e responsáveis, tendo em mente a temática da educação para a diversidade, envolvendo questões étnico-raciais, de gênero e sexualidade, atentando-se aos paradigmas morais referentes aos anos em que esta venha a ser aplicada. A diversidade é uma temática que, embora não sempre nos holofotes, está presente nos mais variados espaços sociais, e a escola não é exceção. Entretanto, sem o devido tato, a escola pode vir a reproduzir determinadas predileções que, embora sejam consideradas “politicamente corretas”, carregam consigo preconceitos tão intrínsecos que pouco se notam, apesar de terem um poderoso impacto. Tendo em mente a escola como um espaço não neutro e detentor da obrigação de apresentar-se como um âmbito promotor de afetos, curiosidade, criatividade, cultura, ciência, cidadania, acolhimento e inclusão, faz necessária uma educação voltada para a tão essencial temática da diversidade. Visando assim uma comunidade escolar participativa, consciente e democrática, incapaz de reproduzir práticas omissivas, excludentes, discriminatórias e preconceituosas de qualquer natureza. A fim de proporcionar isto, há certos pontos a se levar em consideração.

A qualidade do ensino está diretamente ligada à rede de apoio ao aluno, junto com a qualidade de ensino, de estrutura de trabalho proporcionada ao professor e a estrutura física e pedagógica, estas são algumas das dez competências gerais que guiam o BNCC (Base Nacional Comum Curricular), indispensáveis para as escolas que visam o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, a exemplo: o pensamento científico e criativo, a capacidade de argumentar e a autonomia para elaborar seu próprio projeto de vida. Nesse mar de informações que é proporcionado pelo ensino público, com todas as reticências conhecidas, há um grande ganho ao trazer para a sala de aula a proposta de oficinas visando o ensino para a diversidade, em específico as relações de gênero e sexualidade, educação para as relações étnico-raciais, pessoas com necessidades especiais e PcD. A Educação abrange o conhecer a nós mesmos e aos indivíduos que integram sociedade. Os impactos das “Fake News” na História



Fotografia extraída do site: https://portal.unit.br/blog/noticias/somos-alvos-e-cenario-favoravel-para-a-disseminacao-da-fake-news/


Grupo: Daniel Matos, Gleissia Sales, Osnan Souza, Samuel Nepomuceno, Tatiana Lyra.

Nossa Oficina Temática tem o intuito de demonstrar o prejuízo causado pelas chamadas “Fake News”. Sendo uma problemática recorrente, a veiculação de notícias falsas acaba gerando não apenas a desinformação, mas também a perseguição de algumas camadas sociais e a desmoralização de grupos políticos e de figuras públicas.

Entretanto, mesmo se tratando de um assunto contemporâneo, é perceptível na história que a manipulação da informação não é algo comum apenas nos dias de hoje. Mulheres, negros, indígenas e outras camadas da sociedade foram perseguidas por conta de noções inverossímeis. Ademais, líderes políticos se apropriaram de discursos completamente fora da realidade para ganhar apoio populacional, para depreciar seus adversários ou até para impor regimes antidemocráticos.

Portanto, sabendo da gravidade gerada por causa das “Fake News”, iremos dialogar com os alunos do Colégio da Polícia Militar (CPM) - Luís Tarquínio sobre esse tema. Com isso, também apresentaremos o impacto dessas em diversos períodos históricos e formas para que os discentes consigam identificar essas inverdades na internet. Gostaram dos temas? Em uma próxima publicação divulgaremos mais três assuntos que serão trabalhados!

 
 
 

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"Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão."

Paulo Freire

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